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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estabeleceu o prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seu filho, deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ambos foram indiciados por suposta atuação para pressionar a Corte.

Na mesma decisão, Moraes determinou que a polícia penal do Distrito Federal mantenha monitoramento presencial do ex-presidente. O despacho também encaminhou à PGR pedidos da defesa, como a revisão da prisão domiciliar, além da análise do relatório final da Polícia Federal que indiciou Bolsonaro e Eduardo.

Pai e filho respondem pelos crimes de coação no curso do processo e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O julgamento dos oito réus acusados de tentativa de golpe de Estado, incluindo o ex-presidente, está marcado para a próxima terça-feira (02).